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Início / Tratamento da dor crônica

Fisioterapia para dor persistente

Dor que não passa tem causa e tem tratamento

Dor na coluna, no joelho ou no ombro que dura meses e volta assim que o remédio passa. Aqui a avaliação procura o que está sustentando essa dor, antes de qualquer exercício.

Quem responde é a própria fisioterapeuta. CREFITO 298404-F.

Fisioterapeuta avaliando o joelho de uma paciente

O que é

O que é dor crônica

Chama-se dor crônica a dor que persiste por mais de três meses, ou que volta sempre, mesmo depois de o problema inicial ter sido tratado. Ela deixa de ser só um aviso do corpo e passa a ser um problema por si só: muda a forma de andar, tira o sono, faz evitar movimentos — e a falta de movimento alimenta a dor de novo.

O tratamento fisioterapêutico aqui não persegue o alívio da tarde. A avaliação investiga o que mantém aquela dor: mobilidade reduzida, fraqueza, sobrecarga de uma articulação, padrão de movimento compensatório. A partir disso entram terapia manual, recursos como laser, TENS e neuromodulação, e exercício terapêutico progressivo — na dose que o seu quadro permite.

Reconhece a situação?

Provavelmente você já viveu isso

  • O anti-inflamatório alivia por algumas horas e a dor volta
  • A dor mudou seu jeito de andar, sentar ou dormir
  • Você já fez exame e “não deu nada”, mas continua doendo
  • Começou a evitar movimentos com medo de piorar
  • Já fez fisioterapia e sentiu que foi só aparelho e massagem
  • A dor está atrapalhando o trabalho ou o sono

Dor crônica não é frescura nem “coisa da idade”. Quanto mais tempo sem avaliação, mais o corpo se organiza em torno da dor — e mais longo tende a ser o caminho de volta.

Como funciona

Quatro etapas, sempre nesta ordem

O mesmo caminho para todos os quadros; o conteúdo de cada etapa vem da avaliação.

Etapa 1 Avaliação individual

Histórico da dor, exames, medicação em uso, o que piora, o que melhora e o que você deixou de fazer por causa dela. Testes de mobilidade, força e função.

Etapa 2 Plano para o caso

Um plano com metas de função — voltar a subir escada, dormir a noite inteira — e não uma contagem de sessões, combinando as três frentes do tratamento.

Etapa 3 Sessões um a um

A sessão inteira é dedicada a uma pessoa só, com a mesma fisioterapeuta. Ninguém divide a atenção com uma turma.

Etapa 4 Reavaliação

Os testes da avaliação inicial são repetidos para comparar. É assim que se sabe se o tratamento está funcionando, em vez de achar que está.

O que muda na prática

O que o tratamento busca devolver

  • Menos dor no dia a dia, tratando a causa e não só o sintoma
  • Amplitude de movimento recuperada na articulação afetada
  • Força para sustentar o resultado depois que a dor cede
  • Sono menos interrompido pela dor
  • Menos dependência de anti-inflamatório, com o médico que prescreve
  • Confiança para voltar a se movimentar sem medo

Cada quadro responde de um jeito. Os primeiros ganhos de mobilidade costumam aparecer em poucas semanas, e isso varia com o tempo de dor, o diagnóstico e a adesão ao plano. As metas são definidas na avaliação e conferidas na reavaliação.

Com quem você vai ficar

Atendimento individual, do início ao fim

Não existe protocolo pronto para dor crônica. O que existe é avaliação bem feita, plano ajustado ao seu corpo e reavaliação periódica para conferir se o caminho está certo.

CREFITO 298404-F

Registro profissional ativo, com conduta baseada em evidência e sem promessa de cura.

Especialização em gerontologia

Foco em tratamento da dor e saúde do idoso, não uma agenda que atende tudo.

Consultório próprio na Tijuca

Rua Conde de Bonfim 289A, sala 903, perto do metrô, prédio com elevador e hora marcada.

A mesma fisioterapeuta sempre

Quem avalia é quem conduz as sessões e quem reavalia. Sem rodízio de profissional.

Dúvidas frequentes

As dúvidas de quem convive com dor

Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. Responder antes de agendar faz parte do atendimento.

Meu exame não mostrou nada. Ainda assim vale fazer fisioterapia?

Sim. Exame de imagem mostra estrutura, não função — e muita dor persistente vem de mobilidade reduzida, fraqueza ou sobrecarga que o exame não registra. A avaliação funcional investiga isso.

Vou precisar parar de tomar remédio?

Essa decisão é sempre do médico que prescreve. O que a fisioterapia faz é tratar a causa da dor, e com isso muita gente passa a precisar de menos medicação ao longo do tratamento.

Já fiz fisioterapia antes e não adiantou.

É um relato muito comum. A diferença está no processo: avaliação antes de qualquer exercício, plano individual com metas e reavaliação para comparar. Não é sessão genérica repetida.

O tratamento dói?

A intensidade é ajustada ao que o seu corpo tolera naquele dia. O objetivo é progredir sem desencadear crise — e isso é conversado sessão a sessão.

Em quanto tempo vejo resultado?

As metas são definidas na avaliação. Os primeiros ganhos de mobilidade costumam aparecer em poucas semanas, variando conforme o quadro clínico e a adesão ao plano.

Atende por convênio?

O atendimento é particular, com recibo para quem precisar apresentar ao plano.

O primeiro passo

Conte onde dói e há quanto tempo

Descreva no WhatsApp o que está acontecendo. A própria fisioterapeuta responde e explica como funciona a avaliação, antes de você decidir qualquer coisa.

  • Rua Conde de Bonfim 289A, sala 903 — Tijuca
  • CREFITO 298404-F
Tatiana Vasconcelos
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